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Para sua empresa

Direito Civil e Comercial

Toda empresa em operação acumula disputas que não são estratégicas, mas consomem caixa e atenção: o cliente que não pagou, o fornecedor que entregou errado, a ação de consumidor, o dano causado por um terceiro. Somadas, costumam representar um valor relevante parado no balanço. Soluções jurídicas para relações patrimoniais, obrigações, cobranças, responsabilidade civil, conflitos empresariais e proteção de direitos de pessoas físicas e jurídicas.

O que costuma trazer alguém até aqui

O que aparece com mais frequência:

  1. Existe uma carteira de inadimplentes crescendo, e a empresa não tem um procedimento definido de cobrança antes de dar o crédito por perdido.

  2. Há títulos, duplicatas, notas ou contratos assinados que poderiam ser executados, mas ninguém avaliou quais realmente valem a pena.

  3. Um fornecedor descumpriu, entregou fora do prazo ou fora da especificação, e o prejuízo precisa ser recomposto.

  4. A empresa está sendo processada por cliente ou consumidor e precisa de defesa técnica, além de entender o que na operação está gerando essas ações.

  5. Houve dano (a um bem, a um contrato, à imagem da empresa) e é preciso avaliar se há responsabilidade a ser cobrada de alguém.

O que o acompanhamento inclui

  1. Recuperação de crédito

    Análise de recuperabilidade da carteira, cobrança extrajudicial, notificação, protesto, acordos com confissão de dívida e garantia, execução de títulos e ação monitória.

  2. Disputas comerciais

    Atuação em descumprimento contratual com clientes e fornecedores, pedidos de rescisão, perdas e danos, revisão de contratos em desequilíbrio e discussões sobre entrega, qualidade e prazo.

  3. Responsabilidade civil e defesa

    Defesa em ações indenizatórias e consumeristas, avaliação de risco de condenação, definição de política de acordo e atuação para responsabilizar terceiros por danos causados à empresa.

  4. Prevenção do litígio recorrente

    Identificação da origem contratual ou operacional das ações repetidas e ajuste dos documentos e procedimentos que as vêm gerando.

Os três pilares desta atuação

  1. Prevenção

    Documentar relações, crédito e responsabilidades

    A prevenção de maior peso é criar prova e previsibilidade: contratos, garantias, políticas comerciais, aceite, entrega, cobrança, separação patrimonial, registros digitais e critérios para concessão de crédito. Isso reduz litígios e aumenta a possibilidade de recuperação.

  2. Problema ou autuação

    Quando ocorre inadimplemento, dano ou conflito comercial

    Podem surgir dívidas, chargebacks, fraudes, descumprimentos, danos, conflitos entre parceiros, uso indevido de bens ou marca, protestos, bloqueios e necessidade de medidas urgentes. A demora pode comprometer prova, patrimônio e recuperação do crédito.

  3. Experiência e resolução

    Experiência para negociar, cobrar e litigar com estratégia

    A condução envolve análise de solvência, documentos, garantias, urgência e impacto comercial. A solução pode combinar negociação, notificação, protesto, execução, ação de cobrança, indenização, tutela de urgência ou defesa, sempre com foco em resultado juridicamente viável.

Frentes de atuação

  • Indenizações por danos materiais e morais

    Análise, negociação e atuação judicial.

  • Cobrança e recuperação de crédito

    Notificações, acordos, ações de cobrança e execução.

  • Defesa do devedor e revisão de cobranças

    Análise de exigibilidade, juros, garantias e medidas de defesa.

  • Conflitos comerciais

    Inadimplemento, ruptura de relações, concorrência e obrigações.

  • Execução de títulos e cumprimento de sentença

    Medidas de satisfação ou defesa patrimonial.

  • Notificações extrajudiciais

    Constituição de prova, cobrança, advertência e tentativa de solução.

  • Acordos e negociação de conflitos

    Soluções extrajudiciais com preservação de relações e redução de custos.

  • Direito imobiliário

    Compra, venda, locação, posse, condomínio, regularização e conflitos.

  • Planejamento patrimonial

    Organização de bens e integração com societário, tributário e sucessório.

  • Inventários e partilhas

    Planejamento, condução extrajudicial ou judicial e regularização patrimonial.

  • Doações, usufruto e organização sucessória

    Instrumentos para transferência e administração de bens.

  • Obrigações e garantias

    Interpretação, cumprimento e revisão de relações obrigacionais.

  • Conflitos entre sócios fora do âmbito societário

    Responsabilidade, indenização e medidas patrimoniais.

  • Medidas de urgência

    Bloqueios, preservação de provas, cessação de condutas e proteção de direitos.

  • Direito do consumidor empresarial

    Defesa de empresas e revisão de práticas de atendimento.

  • Chargeback e contestações de pagamento

    Prevenção, documentação, defesa e recuperação de valores em operações comerciais.

  • Fraudes e disputas em meios de pagamento

    Medidas extrajudiciais e judiciais.

Perguntas que aparecem com frequência

  • Vale a pena cobrar judicialmente valores baixos?

    Isoladamente, muitas vezes não. Mas quando existem muitos títulos do mesmo perfil, um procedimento padronizado de cobrança extrajudicial, com protesto e acordo, costuma ter retorno melhor do que ações individuais. A decisão olha a carteira inteira, não um título por vez.

  • Protestar o cliente é arriscado?

    O protesto é legítimo quando o título é exigível, e costuma ser eficaz. O risco aparece quando ele é feito sobre dívida irregular, já paga ou sem lastro: aí a cobrança se inverte, e a empresa passa a ser ré. Por isso a conferência documental antes é obrigatória.

  • A empresa recebe muitas ações de consumidor. Isso é normal?

    É comum em alguns setores, mas volume alto quase sempre indica um problema de processo, de informação ao cliente ou de cláusula contratual. Reduzir a entrada de ações costuma valer mais do que melhorar o índice de vitória nelas.

  • Dá para saber se o devedor tem bens antes de processar?

    Há pesquisas prévias possíveis, e elas ajudam na decisão, ainda que não sejam completas. Fazer essa checagem antes evita o cenário mais frustrante de todos: ganhar a ação e não conseguir receber nada depois de anos.

  • O que fazer diante de um chargeback indevido?

    A empresa deve reunir pedido, comprovante de entrega, aceite, comunicações, política de cancelamento e evidências da transação. Além da contestação perante o meio de pagamento, pode caber cobrança direta ou medida judicial contra a fraude.

  • Quando cabe uma notificação extrajudicial?

    Quando é preciso formalizar cobrança, exigir cumprimento, registrar oposição, rescindir, preservar prova, interromper conduta ou abrir negociação. O texto deve ter objetivo jurídico definido: notificação genérica ou agressiva pode enfraquecer a própria estratégia.

  • Como proteger o patrimônio pessoal de dívidas da empresa?

    Com separação patrimonial, escrituração regular, contratos, governança e capitalização adequada, sem confusão entre as contas do sócio e as da empresa. Estruturas patrimoniais não servem para fraude e não impedem responsabilização quando há abuso ou garantias pessoais assinadas.

  • Como cobrar uma dívida empresarial sem perder o cliente?

    A cobrança pode começar com revisão documental, contato estruturado, negociação e notificação. O objetivo é preservar a relação quando possível, sem perder prazo ou prova. Dependendo do caso, pode-se formalizar acordo com garantias antes de recorrer ao Judiciário.

  • É melhor negociar ou entrar com ação judicial?

    A escolha depende da urgência, da prova, do valor, do risco de insolvência, da relação entre as partes e da possibilidade real de acordo. Muitas vezes, negociação e preparação judicial caminham juntas para aumentar a capacidade de solução.

As respostas acima são gerais por natureza. A sua situação exige análise documental e jurídica individual. Nenhuma orientação jurídica é prestada sem a análise do caso concreto e dos respectivos documentos.

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