Ir para o conteúdo
Dra. Adriana Mestre sentada, de blazer claro, em ambiente com painéis em tom neutro.

Quem conduz este escritório

Dra. Adriana Mestre

OAB/SP 167.048

Vinte e oito anos de advocacia. Vinte e seis deles dedicados ao Direito Tributário. Um escritório que leva o sobrenome de quem o fundou e que permanece sob sua condução direta, com acompanhamento pessoal e criterioso de cada caso.

Dra. Adriana Mestre sentada, de blazer claro, em ambiente com painéis em tom neutro.

Mensagem da fundadora

Uma palavra minha, antes de qualquer coisa

Eu não escolhi a advocacia pelo tribunal. Escolhi pela conversa.

Entrei em um escritório aos 17 anos, ainda no primeiro ano da faculdade, contratada como secretária. E foi ali, acompanhando de perto a rotina das pessoas, que compreendi o que um problema jurídico pode representar quando atravessa a vida de alguém: o sono que se perde, a decisão que se adia, o negócio que deixa de avançar, a família que se desentende diante de uma questão que ninguém sabe exatamente como enfrentar.

Hoje, depois de 28 anos de advocacia, continuo acreditando que é nesta essência que está o meu trabalho.

Técnica é pressuposto. Sem conhecimento, estudo e rigor jurídico, não há verdadeira advocacia, há apenas opinião. Mas a experiência me ensinou que a diferença está também na disposição de sentar-se com o cliente, compreender a realidade por trás dos documentos e explicar, com clareza e honestidade, quais caminhos existem, quais riscos precisam ser considerados e, sobretudo, o que pode e o que não pode ser feito.

Atuo no Direito Tributário há 26 anos e defendo profundamente a importância da atividade empresarial. A pessoa jurídica ainda é subestimada no Brasil. É ela que produz, emprega, movimenta a economia, sustenta famílias e mantém cadeias inteiras de fornecedores e prestadores de serviços. Ainda assim, frequentemente recebe mais cobrança do que reconhecimento.

Faturamento não é lucro. E quem nunca esteve à frente de um negócio nem sempre compreende o peso concreto dessa diferença quando chegam, todos os meses, os compromissos tributários, trabalhistas, financeiros e operacionais de uma empresa.

Mas falar apenas de empresas não contaria toda a história do meu trabalho.

Uma parcela muito significativa da minha atuação é dedicada a pessoas e famílias, em questões que dizem respeito diretamente ao seu patrimônio, aos seus direitos e às decisões que irão repercutir por muitos anos.

Como a senhora aposentada que recolheu Imposto de Renda durante anos sem saber que preenchia os requisitos para uma isenção, a família que, durante o inventário, descobre que o imóvel deixado pelo pai nunca teve sua situação registral devidamente regularizada, o casal que decide organizar hoje a transmissão de seu patrimônio para evitar conflitos entre os filhos no futuro ou a mãe que recebe do plano de saúde a negativa de cobertura para uma terapia necessária ao filho.

Nenhuma dessas situações é menor ou menos relevante do que um passivo tributário empresarial.

Em cada uma delas existe um patrimônio construído ao longo de uma vida, um direito que precisa ser preservado ou uma decisão cujos efeitos poderão acompanhar uma família por décadas.

Por isso, compreendo a assessoria jurídica não como um privilégio reservado às grandes empresas, mas como um instrumento de segurança para quem precisa tomar decisões importantes de maneira consciente. Em qualquer contexto, existe uma diferença essencial entre decidir com informação, estratégia e compreensão dos riscos e simplesmente decidir no escuro.

Em 2016, recém-mãe, encerrei um ciclo profissional de 17 anos em uma sociedade de advocacia e decidi recomeçar.

Deixei para trás uma carteira de clientes consolidada, segurança financeira e direitos construídos ao longo de muitos anos para iniciar uma trajetória independente.

E então aconteceu algo que marcou profundamente a minha trajetória, alguns clientes me procuraram espontaneamente. Outros retornaram meses depois, quando souberam que eu havia seguido um novo caminho profissional.

Esse movimento permanece como um dos maiores orgulhos da minha carreira.

Mais do que uma lembrança, o início do escritório, explica a forma como escolhi conduzi-lo até hoje. Cada cliente que chegou confiou não apenas em uma estrutura ou em um nome, mas na competência do meu trabalho, na minha presença e na maneira como exerço a advocacia.

E por essas razões, que continuo acompanhando pessoalmente cada caso.

Foi assim que este escritório nasceu. E é assim que escolho conduzi-lo.

Dra. Adriana Mestre

OAB/SP 167.048

“Eu não escolhi a advocacia pelo tribunal. Escolhi pela conversa.”

Dra. Adriana MestreOAB/SP 167.048

Vinte e oito anos

Trajetória

  1. O começo, aos 17 anos

    A Dra. Adriana Mestre entrou em um escritório de advocacia como secretária, no primeiro ano da faculdade. Tornou-se estagiária pouco depois e passou a atuar em Direito Civil, Imobiliário e Empresarial, áreas que nunca deixou completamente e que segue atendendo hoje.

  2. 22 anos

    Tornou-se sócia de um escritório em Campinas e migrou para o Direito Tributário empresarial. Foi uma escolha definitiva: desde então, é a matéria de maior concentração de sua atuação.

  3. Por 17 anos coordenando a própria banca

    Nesse período, a concentração ficou em estruturar solução para passivo tributário, com trabalho recorrente na extinção de débitos fiscais por meio de adjudicação de bens. Foi o que abriu interlocução continuada com Secretarias da Fazenda, Procuradorias do Estado e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, e é essa interlocução, mais do que qualquer tese, que segue decidindo casos.

  4. 2016: recomeçar do zero

    Recém-mãe, ela abdicou de uma sociedade consolidada para fundar a Mestre Advogados, abrindo mão da carteira de clientes, da segurança financeira e de direitos adquiridos. Os clientes que, por iniciativa própria, escolheram acompanhá-la nessa nova fase, assim como aqueles que retomaram a relação meses depois ao saberem de sua independência, seguem entre o que há de mais valioso nessa trajetória.

Método de trabalho

  1. Documento antes de opinião

    Opinião dada sobre relato, sem documento, é barata de dar e cara de receber.

  2. Três perguntas em toda primeira reunião

    Qual objetivo você quer alcançar? Como essa situação aconteceu? Quais documentos comprovam os fatos? É a partir das três que o caminho aparece.

  3. Prevenir, negociar, litigar

    Nessa ordem de preferência. O litígio é adotado quando é de fato a via mais segura, não apenas a mais rápida de propor.

  4. Sem expectativa irreal

    O cenário favorável e o desfavorável são apresentados com clareza, porque sempre existe a chance de o resultado não ser o esperado. Quem encerra o caso não é este escritório: o desfecho depende do órgão competente ou do acordo possível.

  5. Canal direto, sem intermediário

    O atendimento é conduzido pessoalmente pela Dra. Adriana Mestre em todas as etapas, do primeiro contato ao encerramento. Depois da contratação, o canal é direto com ela, sem intermediário e sem precisar reexplicar o caso a cada conversa.

  6. Consulta inicial remunerada

    Porque envolve trabalho técnico: análise de documentos e apresentação dos caminhos jurídicos possíveis. Essa análise pode esclarecer a questão e orientar os próximos passos.

Se precisar de ajuda, conte conosco

A consulta inicial é remunerada e possui caráter técnico.

Nesse encontro, são analisados os documentos e as particularidades da situação apresentada, com a identificação dos caminhos juridicamente possíveis, seus riscos e desdobramentos. Dependendo da natureza e da complexidade da questão, a própria consulta pode fornecer os esclarecimentos e direcionamentos necessários.