
Para sua empresa
Direito Tributário empresarial
É a área em que se concentra a atuação da Dra. Adriana Mestre há 26 anos. Passivo tributário trava certidão, impede participação em licitação, inviabiliza crédito bancário e atinge o sócio no CPF. Resolver isso é desenhar a saída certa para aquela empresa específica, não repetir uma tese padrão. Atuação estratégica na organização, na prevenção e na defesa de questões tributárias que envolvem empresas e atividades empresariais. O trabalho vai da revisão do regime, das operações e das obrigações acessórias à condução de autuações, execuções fiscais, negociações de passivo e reorganizações com efeito fiscal.
O que costuma trazer alguém até aqui
O que costuma trazer uma empresa até aqui, na ordem em que mais aparece:
Existe um passivo acumulado de ICMS, ISS, tributos federais ou contribuições, e a empresa precisa de um caminho de quitação que caiba no caixa real, não no caixa do papel.
Chegou auto de infração, notificação de lançamento ou termo de exclusão de regime, e o prazo de defesa está correndo.
A certidão negativa está travada e isso está bloqueando contrato, financiamento, operação societária ou participação em licitação.
Há execução fiscal em curso, penhora, bloqueio de conta ou tentativa de redirecionamento da cobrança para o patrimônio dos sócios.
A empresa desconfia de que paga imposto a mais, por classificação equivocada, base de cálculo indevida, regime mal escolhido ou crédito não aproveitado.
O que o acompanhamento inclui
Diagnóstico do passivo
Levantamento completo dos débitos federais, estaduais e municipais, verificação de decadência e prescrição, identificação do que é discutível e priorização por impacto real na operação.
Defesa administrativa e judicial
Impugnação e recurso em processo administrativo fiscal, defesa em execução fiscal, embargos, exceção de pré-executividade, ações declaratórias e anulatórias, mandado de segurança e defesa do sócio em pedido de redirecionamento.
Estruturação da quitação
Transação tributária, parcelamentos, dação em pagamento e adjudicação de bens, com negociação junto às Secretarias da Fazenda, Procuradorias estaduais e à PGFN, e desenho de solução compatível com a capacidade de pagamento.
Recuperação e revisão
Pedidos de restituição e compensação, revisão de enquadramento e de regime de tributação, e apoio jurídico à contabilidade nas decisões de apuração.
Os três pilares desta atuação
Prevenção
Prevenir antes que o passivo apareça
Revisar regime, operações, obrigações, contratos, créditos, retenções e decisões societárias antes que erros se transformem em autuações, multas ou perda de caixa. O maior peso preventivo está no diagnóstico tributário periódico e na adequação contínua da empresa à Reforma Tributária.
Problema ou autuação
Quando chega a fiscalização, a cobrança ou o bloqueio
A empresa pode receber notificação, auto de infração, cobrança de diferença, exclusão de regime, inscrição em dívida ativa, execução fiscal ou bloqueio patrimonial. Nesse momento, prazo, prova contábil-fiscal e estratégia de defesa definem o risco real do negócio.
Experiência e resolução
Experiência para integrar defesa e estratégia empresarial
A condução exige leitura conjunta da legislação, contabilidade, operação, contratos e estrutura societária. A atuação deve organizar a prova, preservar certidões e atividade empresarial, discutir cobranças indevidas e construir a solução administrativa, judicial ou negocial mais segura.
Frentes de atuação
Diagnóstico e revisão tributária
Mapeamento de riscos, inconsistências, oportunidades e passivos.
Escolha e revisão do regime tributário
Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real, conforme o caso concreto.
Recuperação de créditos tributários
Levantamento, validação e recuperação administrativa ou judicial de valores pagos indevidamente ou a maior.
Revisão de tributos diretos e indiretos
IRPJ, CSLL, PIS, COFINS, IPI, ICMS, ISS e contribuições previdenciárias.
Defesa em autos de infração e notificações fiscais
Atuação perante União, Estados e Municípios.
Contencioso tributário administrativo
Impugnações, defesas, recursos e acompanhamento em conselhos e tribunais administrativos.
Contencioso tributário judicial
Ações anulatórias, mandados de segurança, execuções fiscais, embargos e medidas de urgência.
Execução fiscal e defesa patrimonial
Análise de responsabilidade, garantias, penhoras, bloqueios e redirecionamentos.
Regularização fiscal
Certidões, pendências, débitos, inscrições, parcelamentos e negociações.
Transação tributária
Negociação com a PGFN e demais programas aplicáveis.
Due diligence tributária
Avaliação de passivos e contingências em aquisições, reorganizações, investimentos e contratos.
Reorganização societária com eficiência tributária
Incorporações, cisões, fusões, transformação e reestruturação de participações.
Holdings empresariais
Estruturação, revisão e governança, com análise societária, patrimonial e tributária.
Tributação de operações imobiliárias
Compra, venda, locação, incorporação, integralização e reorganização de imóveis.
- Tributação de clínicas e profissionais da saúde
Estrutura, remuneração de sócios, distribuição de lucros, retenções e riscos específicos.
Tributação de operações digitais e serviços
Contratos, retenções, ISS, receitas e estrutura operacional.
Adequação à Reforma Tributária
Análise de impacto, transição, contratos, precificação, créditos e reorganização de processos.
- Consultoria tributária recorrente
Acompanhamento preventivo de decisões e operações do negócio.
Perguntas que aparecem com frequência
A empresa tem dívida antiga que nunca foi discutida. Ainda dá para fazer algo?
Em muitos casos, sim. É possível analisar eventual prescrição, revisar a composição da dívida, encargos e multas, além de verificar a existência de programas de transação ou parcelamento, cujas condições podem variar conforme a natureza e o estágio da cobrança. O primeiro passo é fazer um levantamento completo dos débitos e da situação de cada inscrição. Muitas vezes, o valor efetivamente exigido e sua composição são diferentes do que a empresa acredita estar devendo.
Podem cobrar dos sócios?
O simples fato de a empresa ter uma dívida não significa que os sócios possam ser cobrados pessoalmente. O redirecionamento da execução fiscal para o sócio depende de fundamento legal específico e das circunstâncias do caso. Por isso, é importante analisar documentos como o contrato social e suas alterações, quem exercia efetivamente a administração da empresa e demais circunstâncias.
A empresa precisa trocar de contador?
Na maior parte das vezes, não. O trabalho é conduzido junto com a contabilidade existente: o contador conhece a rotina da empresa, a atuação jurídica entra na parte de risco, defesa e decisão. Divergência técnica é discutida abertamente entre as partes.
Como saber se a empresa está pagando mais tributos do que deveria?
Com revisão do regime, das operações, da classificação fiscal, das retenções, das obrigações acessórias e dos créditos aproveitados, comparando o recolhido com o tratamento jurídico aplicável à atividade e ao período. Nenhuma redução é prometida antes da auditoria documental.
A empresa pode recuperar tributos pagos indevidamente?
Pode haver valores recuperáveis quando houve pagamento a maior, retenção não aproveitada, crédito não utilizado ou aplicação incorreta da legislação. Origem, período, documentação e o meio de recuperação precisam ser validados antes de qualquer pedido.
Qual é o melhor regime tributário para a empresa?
Não existe um regime melhor para todas. Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real são comparados considerando faturamento, margem, folha, atividade, créditos, estrutura societária e as mudanças da Reforma Tributária. A escolha deve ser refeita periodicamente, não só na abertura.
Recuperação de crédito tributário é segura?
É segura quando o crédito tem fundamento jurídico, memória de cálculo, documentos comprobatórios e procedimento correto. Créditos genéricos ou oferecidos sem análise da operação aumentam o risco de glosa, multa, cobrança e responsabilização. Por isso, a revisão jurídica e contábil deve anteceder a compensação.
O que fazer quando a empresa recebe um auto de infração?
O primeiro passo é preservar o prazo de defesa e reunir auto, relatório fiscal, intimações, livros, notas, contratos e arquivos digitais. Depois, é necessário verificar nulidades, critérios de cálculo, enquadramento jurídico e provas. Pagar ou parcelar imediatamente, sem análise, pode impedir uma defesa mais eficiente.
É possível negociar ou parcelar dívidas tributárias da empresa?
Em muitos casos existem parcelamentos, transações tributárias ou negociações adequadas ao perfil da dívida e à capacidade de pagamento. A decisão deve considerar descontos, entrada, garantias, impacto no caixa, regularidade fiscal e eventuais teses defensivas antes da adesão. Parcelamento rompido e migração de parcelamento também entram nessa análise.
A empresa precisa se preparar juridicamente para a Reforma Tributária?
Sim. A transição pode afetar preços, contratos, créditos, cadeia de fornecedores, sistemas, fluxo de caixa e estrutura operacional. O diagnóstico deve mapear como as novas regras incidem no negócio e quais contratos, cadastros, processos e decisões societárias precisam ser adaptados.
O que é due diligence tributária e quando ela é necessária?
É a investigação dos riscos, contingências, créditos e procedimentos fiscais da empresa. É especialmente relevante em compra ou venda de empresas, entrada de sócios, reorganizações, investimentos, sucessão empresarial, contratação de parceiros estratégicos e preparação para auditorias.
Uma holding empresarial pode reduzir tributos?
A holding pode organizar participações, governança, sucessão e patrimônio, mas não gera economia tributária automática. Os efeitos dependem da atividade, dos ativos, da forma de distribuição de resultados, dos custos de manutenção e da legislação aplicável, que mudou de forma relevante com a Lei Complementar 227/2026, ao mandar avaliar cotas pelo valor de mercado, e com a Lei 15.270/2025, que passou a tributar parte da distribuição de lucros. A estrutura deve ter propósito econômico e jurídico real.
Planejamento tributário pode ser feito sem risco de autuação?
O planejamento lícito busca eficiência dentro da legislação, com propósito negocial, documentação e coerência entre forma e realidade. O risco aumenta quando há simulação, ausência de substância, operações artificiais ou créditos sem lastro. A estratégia precisa ser preventiva e integrada à contabilidade e ao societário.
As respostas acima são gerais por natureza. A sua situação exige análise documental e jurídica individual. Nenhuma orientação jurídica é prestada sem a análise do caso concreto e dos respectivos documentos.
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